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- 12 DE JAN. DE 2026
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Sobre Gaby Amarantos
Responsável por ajudar a colocar a cultura amazônida no mapa musical brasileiro, Gaby Amarantos acumula anos de carreira sem sair do hype. Natural de Belém, a cantora foi uma das precursoras do tecnobrega e do tecnomelody, misturando ritmos tradicionais do Pará, como o carimbó, com o batidão da música eletrônica. Nascida Gabriela Amaral dos Santos, a artista começou cantando em igrejas, aos 15 anos. Mais tarde, ela decidiu levar sua voz grave para outros cantos e fundou, em 2002, a banda TecnoShow – sucesso absoluto na região norte, o grupo ganhou projeção nacional, vendendo mais de 100 mil cópias. Com o fim da banda, em 2009, Gaby decolou para a carreira solo. Com o primeiro álbum solo, Treme, lançado em 2012, a cantora virou hit nacional. Os sucessos do projeto, como “(Ela Tá) Beba Doida”, “Xirley” e “Ex Mai Love”, foram cantados e dançados Brasil adentro e afora. No mesmo ano, Gaby foi indicada ao GRAMMY Latino na categoria Artista Revelação. O segundo álbum, Purakê, saiu apenas em 2021, mas Gaby não ficou parada ao longo desses quase dez anos. Além de trabalhar com cuidado e afinco nas 13 faixas do projeto, a cantora se lançou em outra empreitada: as telas. Ela estrelou a comédia Crô: O Filme, de 2013, e ainda integrou o elenco do programa Saia Justa, do GNT, e dos realities musicais The Voice e The Voice Kids. Purakê traz o tecnobrega que a consagrou embalado em uma roupagem eletrônica com pegada futurista. Com parcerias de primeiríssima linha, como Elza Soares, Dona Odete, Alcione, Liniker, Luedji Luna, Ney Matogrosso, Urias, Vivi Batidão, Leona Vingativa e Jaloo, Purakê fala dos temas que são caros a Gaby: amor, sofrência e sua profunda relação com a floresta. Às vésperas da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, sediada em Belém, Gaby lançou Rock Doido, que, entre muitas outras coisas, é um manifesto sobre sua cidade, sua cultura e seu povo. Com faixas que viraram hits rapidamente, como “Essa Noite Eu Vou Pro Rock” e “Não Vou Chorar”, com Lauana Prado, o álbum é uma miscelânea de elementos como música, moda e cinema. O caos não é de graça: diante das muitas críticas a Belém como sede da COP, a cantora decidiu mostrar toda a potência de sua terra natal. E se tem alguém que pode falar com propriedade da Amazônia é Gaby, cujas obras foram reconhecidas como Patrimônio Cultural e Imaterial do Pará e, certamente, vão marcar o cancioneiro popular brasileiro.
- DE
- BR
- NASCIMENTO
- 1 de agosto de 1978
- GÊNERO
- Brasileira