Zeca Pagodinho
Zeca Pagodinho

Zeca Pagodinho

Sobre Zeca Pagodinho

Nascido em 1959 em Irajá e criado em Del Castilho, o carioca Jessé Gomes da Silva Filho sempre frequentou rodas de samba, como a do Cacique de Ramos, onde conheceu o seu futuro parceiro Arlindo Cruz e a sua “madrinha”, Beth Carvalho. Foi com “Camarão Que Dorme a Onda Leva”, do álbum Suor no Rosto (1983), que a cantora lançou Jessé, já conhecido como Zeca Pagodinho – e o sucesso foi imediato. O primeiro álbum do cantor e compositor portelense foi lançado três anos depois com os clássicos “Judia de Mim”, “Spc”, “Coração em Desalinho” e “Brincadeira Tem Hora”. Resultado: 1 milhão de cópias vendidas. A partir daí Pagodinho, um partideiro de alto nível, se impõe com sambas descontraídos e bem-humorados. “Vai Vadiar” se torna um dos maiores sucessos de 1998 – e a imagem de um sujeito despreocupado e de bem com a vida começa a representar Pagodinho. “Deixa a Vida Me Levar” (2002) consolida essa persona e também a carreira do sambista: a música vira um dos hinos da conquista da seleção brasileira da Copa de 2002 e o álbum, homônimo, ganha o GRAMMY Latino de Melhor Álbum de Samba/Pagode. Seguem-se dois bem-sucedidos álbuns acústicos produzidos pela MTV – algo raro, um deles só com sambas de gafieira –, e Pagodinho faz o que mais gosta: reunir os amigos para um pagode. Grandes nomes do samba e da MPB são convidados de Ao Vivo Com Os Amigos (2011) e do projeto Quintal do Pagodinho, gravado no sítio do cantor, no Rio. Com Maria Bethânia, uma das convidadas do Quintal, o cantor divide o palco no show De Santo Amaro a Xerém (2018), com obras inéditas – como “Amaro a Xerém”, de Caetano Veloso – e músicas que marcaram a carreira dos dois.

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