LUDMILLA
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Sobre LUDMILLA

A carreira de Ludmilla Oliveira da Silva é marcada por metamorfoses. A primeira veio logo na estreia, com a mudança do nome artístico MC Beyoncé. Na época com 17 anos, a funkeira vivia o sucesso instantâneo de “Fala Mal de Mim” (2012) e passou a se apresentar como LUDMILLA na expectativa de acelerar a carreira. A estratégia foi certeira: o primeiro álbum, Hoje (2014), invadiu o streaming e as pistas com as faixas “Te Ensinei Certin” e “24 Horas por Dia”.
Natural de Duque de Caxias (RJ), a funkeira nascida em 1995 garantiu lugar na mídia com simpatia e irreverência enquanto emplacava um hit atrás do outro. O funk pop do segundo álbum de estúdio, A Danada Sou Eu (2016), perdurou no topo com os sucessos “Cheguei”, “Bom” e “Sou eu”, rendendo uma indicação ao GRAMMY Latino de Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa. O trabalho também apresentou flertes com o romantismo (“Modo avião”) e o samba (“Homem é homem”, com Gusttavo Lima), diversidade que influenciaria os álbuns seguintes. Com o pé na porta, LUDMILLA passou a investir pesado no lançamento de singles, como “Verdinha” (2019), com Topo La Maskara e Walshy Fire, e participações em trabalhos de outros artistas, incluindo “Onda Diferente” ao lado de Anitta, Snoop Dog e Papatinho. Enquanto isso, estudava mais uma metamorfose, que só veio a ser lançada em 2021: o álbum ao vivo Numanice, que marcou sua estreia no pagode.

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