13 Músicas, 47 minutos

NOTAS DOS EDITORES

No dia da mentira em 2019, Romeo Santos postou no Instagram, que em breve lançaria um single com seus antigos amigos do grupo Aventura, e gerou grande controvérsia entre seus fãs. Porém, isso não era uma pegadinha absoluta e sim, o prelúdio de algo ainda maior: um álbum inteiro com colaborações surpresas, não apenas com Aventura, mas também, com outros grandes nomes da bachata dominicana. Uma verdadeira carta de amor ao gênero, assinada por um de seus mais celebrados especialistas, Utopía conecta o “bachatero” superstar com artistas que pavimentaram a sua estrada para o sucesso. Monchy & Alexandra, Raulin Rodriguez e Luis Vargas, entre outros, se juntam a Santos neste projeto apaixonado que evoca décadas de história da música latina. Ele explica a criação do álbum ao Apple Music.

Você tem lançado singles com artistas como Anuel AA e Ozuna. Algumas pessoas talvez, não esperassem que você lançasse um álbum de bachata logo depois dessas faixas de reggaeton.
Elas aconteceram organicamente. Todas as músicas urbanas que eu gravei no ano passado são basicamente parcerias que me foram oferecidas. Eles são meus amigos, pessoas que eu respeito. Eu quero que os fãs de reggaeton saibam que eu posso fazer mais do que bachata. Talvez os novos fãs tenham ouvido falar do grupo Aventura, mas estão mais vinculados à cena dos artistas de música urbana.

Você já tinha alguma relação com esses artistas de bachata antes de gravar com eles?
A maioria eu já conhecia, e sou amigo de alguns há um bom tempo. Há muito respeito entre nós e eu estou super feliz que todos aceitaram quando eu os convidei. Eu estava um pouco cético e tinha medo que alguém me dissesse “Bem, eu não quero estar nesse álbum porque fulano também vai estar”. Eu tinha receio deste aspecto competitivo, sabe? Mas todos eles toparam, e isso é realmente incrível.

Como você descreveria Utopía para os fãs de bachata e para aqueles que não a conhecem?
É quase como uma aula de bachata tradicional. Eu arriscaria dizer que não há ninguém relevante desde os anos 1990 até hoje que não faça parte deste projeto. Se você é fã de Luis Vargas, provavelmente, vai adorar a música dele. Se você é fã de Antony Santos, também vai adorar o álbum. Eu tentei captar a essência de cada músico de bachata, e realmente, apresentar o sentimento verdadeiro e a vibe de cada um.
 
O que você acha que tem na bachata que provoca tanta admiração nos fãs?
A bachata é para ser sentida. Ela dá vontade de dançar. Qualquer música que motive o público a dançar já está na vantagem. Além disso, bachata tem um ritmo sensual, e não é preciso ser necessariamente latino ou fã de música latina para apreciá-la. E em 90% das músicas, o tema principal é o amor, algo que nunca vai sair de moda.

NOTAS DOS EDITORES

No dia da mentira em 2019, Romeo Santos postou no Instagram, que em breve lançaria um single com seus antigos amigos do grupo Aventura, e gerou grande controvérsia entre seus fãs. Porém, isso não era uma pegadinha absoluta e sim, o prelúdio de algo ainda maior: um álbum inteiro com colaborações surpresas, não apenas com Aventura, mas também, com outros grandes nomes da bachata dominicana. Uma verdadeira carta de amor ao gênero, assinada por um de seus mais celebrados especialistas, Utopía conecta o “bachatero” superstar com artistas que pavimentaram a sua estrada para o sucesso. Monchy & Alexandra, Raulin Rodriguez e Luis Vargas, entre outros, se juntam a Santos neste projeto apaixonado que evoca décadas de história da música latina. Ele explica a criação do álbum ao Apple Music.

Você tem lançado singles com artistas como Anuel AA e Ozuna. Algumas pessoas talvez, não esperassem que você lançasse um álbum de bachata logo depois dessas faixas de reggaeton.
Elas aconteceram organicamente. Todas as músicas urbanas que eu gravei no ano passado são basicamente parcerias que me foram oferecidas. Eles são meus amigos, pessoas que eu respeito. Eu quero que os fãs de reggaeton saibam que eu posso fazer mais do que bachata. Talvez os novos fãs tenham ouvido falar do grupo Aventura, mas estão mais vinculados à cena dos artistas de música urbana.

Você já tinha alguma relação com esses artistas de bachata antes de gravar com eles?
A maioria eu já conhecia, e sou amigo de alguns há um bom tempo. Há muito respeito entre nós e eu estou super feliz que todos aceitaram quando eu os convidei. Eu estava um pouco cético e tinha medo que alguém me dissesse “Bem, eu não quero estar nesse álbum porque fulano também vai estar”. Eu tinha receio deste aspecto competitivo, sabe? Mas todos eles toparam, e isso é realmente incrível.

Como você descreveria Utopía para os fãs de bachata e para aqueles que não a conhecem?
É quase como uma aula de bachata tradicional. Eu arriscaria dizer que não há ninguém relevante desde os anos 1990 até hoje que não faça parte deste projeto. Se você é fã de Luis Vargas, provavelmente, vai adorar a música dele. Se você é fã de Antony Santos, também vai adorar o álbum. Eu tentei captar a essência de cada músico de bachata, e realmente, apresentar o sentimento verdadeiro e a vibe de cada um.
 
O que você acha que tem na bachata que provoca tanta admiração nos fãs?
A bachata é para ser sentida. Ela dá vontade de dançar. Qualquer música que motive o público a dançar já está na vantagem. Além disso, bachata tem um ritmo sensual, e não é preciso ser necessariamente latino ou fã de música latina para apreciá-la. E em 90% das músicas, o tema principal é o amor, algo que nunca vai sair de moda.

TÍTULO DURAÇÃO
12

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